PLAYING DESTINY AT L’ANNÉE DERNIÈRE À MARIENBAD
Maria Reis

Com um enredo marcado por um guião aparentemente caótico, o filme L’Année Dernière à Marienbad, realizado por Alain Resnais em 1961, expande os limites de uma narrativa linear e potencia a proliferação de diferentes versões. A repetição e as inúmeras contradições no diálogo das personagens, levam a que o espectador se veja impelido a participar numa espécie de jogo.

PLAYING DESTINY AT L’ANNÉE DERNIÈRE À MARIENBAD, ensaio verbal-visual em torno do filme de Alain Resnais, explora esta possibilidade: sempre que um objetivo não seja cumprido pelo jogador (que encarna aqui, o próprio narrador do filme), o leitor terá que voltar ao início e tentar de novo.